quarta-feira, 2 de setembro de 2009

POR AMOR AO RIO

Amar o Rio de janeiro é uma das formas mais concretas de mostrar gratidão por um Estado que sempre nos ofereceu as cidades mais lindas do mundo.

Amar o Rio é estar em dia com sua obrigação, seja ela com seus moradores, com seus políticos, ou com seus visitantes e turistas.

Amar o Rio é algo que faz parte da nossa família, do nosso dia a dia, faz parte do seu, do meu, do nosso trabalho.

Amar o Rio é tão bom que as horas passam, o vento bate e as praias logam as ondas de um lado para o outro com tanta beleza que as vezes a gente nem percebe que o Rio merece mais carinho.

Amar o Rio é não permitir a violência, é não deixar as crianças nas ruas, é não permitir que o idoso sofra, que a senhora chore... É fazer com que o caminho esteja sempre aberto para a cultura, para as artes e para as novas ideias.

Amar o Rio e abrir novas estradas e novos horizontes sem machucar a natureza e sem maltratar nossas praças e bosques.

Amar o Rio é construir estradas sólidas de perseverança e buscar a criatividade sem anular nem agredir funcionários públicos, trabalhadores em geral e, em especial, respeitar e proteger as crianças.

Amar o Rio é ter compromisso com a verdade, e por amor a esta verdade, nos dias de hoje, só nos resta dizer:

“ VOLTA GAROTINHO ”

Apoio : O homem que ama o Rio

Obs: Este texto foi escrito por um trabalhador da Cedae que ama o Rio

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Globo adula desgovernador francês

O jornal O Globo é realmente um caso sério. Nadando à quilômetros de distância da verdade, o jornal dos Marinho aposta todas as suas fichas na ignorância pública, mas nem sempre sai ganhando. Em plena era da internet pode-se dizer claramente que ninguém mais é escravo de suas opiniões. Nem mesmo a classe média, a qual o jornal sempre se orgulhou de manipular, tem servido de pasto fértil para o milionário panfleto.
No mundo real quase todas as matérias políticas do Globo tem sido questionadas. Algumas vezes, inclusive, a ânsia de mentir tem causado sérios prejuízos financeiros à empresa. Contra Garotinho, por exemplo, o Globo falou o que quis. Mentiu, enganou, carregou nas tintas, demonizou a imagem do ex-governador, mas no final das contas foi obrigado a se desdizer em tudo o que disse e pagou indenização em dinheiro por suas mentiras.
Na verdade - quem lê sabe disso - a credibilidade de O Globo é atualmente quase nenhuma e seu poder de apavoramento em massa, de terrorismo político e de chantagem editorial se resume ao restrito mundo das “velhinhas de Taubaté” remanescentes do período ditatorial espalhadas por esse Brasil afora, que, felizmente, são poucas.
O próprio mercado publicitário já vê o Globo com outros olhos, pois sabe que seu poder de influência é cada vez mais restrito.
Quem comprar um exemplar de hoje – 01 / 10 – de O Globo poderá constatar o grau de comprometimento do jornal com causas mortas e Governantes moribundos, porém generosos para com as finanças e, principalmente, com o ideário político elitista da empresa.
Contrariando todos os fatos ocorridos nos últimos meses O Globo atribui à Sérgio Cabral, um (des) governador ausente e sem qualquer compromisso com questões de Estado, a responsabilidade pela vitória do Rio de Janeiro na luta pelos royalties do PréSal.
Qualquer pessoa medianamente bem informada sabe que a bola foi levanta e defendida pela Prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, enquanto Sérgio passeava por Paris e outras plagas. Não seria exagero afirmar, inclusive, que o atual desgovernador nem sabia direito, até bem pouco tempo, quais eram os reais termos desta pendenga.
Governar para Sérgio Cabral é algo doloroso; uma tarefa menor que deve ser conduzida por seus cambonos.
Ele próprio nem deve considerar justo que alguém em sua posição fique se aporrinhando com questões incômodas como saúde, educação, saneamento, violência e outras atividades “burocráticas”. Justo seria, na sua concepção, passear pela Europa enquanto as pessoas morrem em filas de hospitais ou de balas perdidas.
A pergunta que flui naturalmente desta constatação é simples: como alguém assim poderia estar preocupado com os royalties do PréSal ? Seria o mesmo que esperar do homem comum, daquele que sofre todos os horrores e dissabores da ausência de políticas públicas igualitária e coletivas, alguma preocupação ou reflexão séria sobre o fato do homem ter pisado ou não na lua.
Assim como o cidadão comum não pode estar atento a quem vive na lua, Sérgio, que vive no mundo da lua, ignora solenemente o drama de pessoas comuns, e, sendo assim, não poderia estar atento à algo tão complexo como a questão dos royalties do PréSal.
Resumindo à ópera, mais uma vez o Globo mente. Se continuar assim vai acabar servindo de modelo nas universidades do futuro, nas aulas sobre como NÃO se deve proceder profissionalmente na atividade jornalística.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O artífice do mal

Sérgio Cabral Filho é, de longe, o pior chefe de executivo que o Estado do Rio de Janeiro já produziu. Superou, com honras, o triste legado de Marcelo Alencar.
Em 2 anos e meio de Governo não há uma só ação positiva em território Fluminense que possa ser atribuída a Sérgio Cabral, o homem que salvou Sarney.
Os idiotas da objetividade podem até reivindicar as UPAS, mas na verdade estas beneficiam apenas aqueles que as alugam por cerca de 700 mil reais mensais para o Estado, segundo denúncias que pululam na internet e em todos os ambientes não “Globais” do Rio.
Recentemente, entretanto, Cabral, através de seu cambono mor na PM, superou todos os recordes da indignidade pública. Com apenas uma canetada, o comandante, cargo temporário em sua essência, pôs em cheque toda a história de uma corporação que tem como patrono Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
Do alto de sua empáfia e talvez apoiado no mais profundo desconhecimento jurídico, o comando da PM , na prática, passou a permitir uma série de condutas irregulares e até, em certos casos, criminosas, ao mesmo tempo em que transformou em delito gravíssimo o exercício da democracia.
Na verdade, a ação é completamente dirigida.
Alguns oficiais da PM, como o Tenente Melquisedeque e o Coronel Paul, entre outros, tem feito questão de honrar publicamente a farda que usam e defender seus companheiros da ação perniciosa de um Governo indigno dos votos que recebeu.
E isso, para qualquer ser com pendores ditatoriais, se assemelha à um crime.
Roubar, matar, extorquir e rapinar o patrimônio público tem sido bandeira de alguns Governos e práticas comuns no lamentável histórico governamental brasileiro, e, exatamente por isso, há sempre bravos companheiros dispostos a denunciar os crimes e enfrentar as ações covardes de poderosos de maior ou menor porte.
No caso do Rio de Janeiro, inclusive, tais ações não se restringem à PM, ocorrem em todo o Estado e contra todos os servidores públicos.
Onde quer que se vá, na estrutura estadual, é possível encontrar trabalhadores perseguidos e prejudicados profissionalmente pelo simples fato de não aceitar dizer amém para o fascismo reinante no Governo. Algo abominável.
Pessoalmente, salvo um ou outro amigo de infância, jamais convivi com a rotina das polícias do Rio de Janeiro, nem Militar, nem Civil. Creio, no entanto, por convicção, que cabe a todos nós o respeito e a defesa destas instituições que pertencem ao Estado - e, consequentemente, ao povo - não a Governantes passageiros. Principalmente quando estes agem como cacheiros viajantes e fogem de quaisquer responsabilidades, inclusive as que fazem parte das atribuições de seu cargo.
O Rio de Janeiro e suas instituições precisam de todos nós. Só a sociedade organizada e o povo unido podem dar fim aos desmandos que se amontoam no atual (Des) Governo. Ao contrário do que deseja Sérgio Cabral, precisamos absorver para todos nós a indignação do Tenente Melquisedeque e do Coronel Paul, pois é essa indignação que nos fara superar o mal que se incrustou na máquina do poder Estadual, tendo o próprio Governador como artífice desse mal.
Brizola disse certa vez que o povo tem o direito de maldizer os seu algozes. Nós somos o povo e a sociedade fluminense. Façamos isso.



Vicente Portella

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Viva a diferença...

Quando Garotinho assumiu o Governo do Estado do Rio de Janeiro em 1999, nós tínhamos o terceiro PIB do País. Nosso produto interno bruto era menor que o de Minas Gerais e que o de São Paulo.

Garotinho recuperou a indústria naval do Estado e só o estaleiro Verolme, para se ter uma ideia, que tinha quatro empregados, gerou nove mil empregos.
A industria naval como um todo, somando os vários estaleiros reativados por Garotinho, gerou 100 mim empregos a mais para o Rio de Janeiro.

Garotinho trouxe, também, uma fábrica da Pegeout para Porto Real, no interior do Estado, que gerou mais 3 mil empregos e passamos a produzir cerca de 140 mil automóveis por ano.

Nosso Estado antes de Garotinho importava energia. Com a criação das usinas termo elétricas de Macaé, trazidas por garotinho, além de gerar mais empregos, o Rio de janeiro passou a exportar energia.

E o polo gás químico de Duque de Caxias? Com a instalação de uma planta de produção de plástico, mais de 80 empresas se instalaram na região, gerando empregos e riqueza para a cidade e para o Estado. Mais uma obra de Garotinho.

Tem também a CSA – Companhia siderúrgica do Atlântico, trazida por Garotinho e Rosinha para a Zona Oeste. Um investimento de 15 BILHÕES de reais com estrutura 3 vezes maior que a CSN, marco da industrialização do Brasil, construída por Getúlio Vargas.

E a refinaria de Itaboraí? Queriam fazer um oleoduto para transportar o petróleo produzido aqui para ser refinado em São Paulo, mas Rosinha levantou a voz e impôs a vontade do povo do Rio de janeiro:a Refinaria é nossa. E é mesmo. Já está sendo construído e vai gerar empregos e riquezas para o Estado.

Diante de tanto investimento captado pelo Governo, é claro, o Estado do Rio de Janeiro subiu no ranking e passou a ser o segundo PIB do País, ultrapassando Minas Gerais.

Agora nós perguntamos:

E o Governo atual? Quantas fábricas trouxe para o Rio?
A verdade é que em quase 3 anos o atual Governador não pregou sequer um prego em uma barra de sabão. Quando inaugura alguma coisa ou é obra de Rosinha e Garotinho, ou é obra do Governo Federal. Uma vergonha.

Mas Garotinho fez muito mais...

Os funcionários públicos do Rio não tinham calendário de pagamento. O desrespeito era tão grande que os salários eram pagos, em alguns casos, no dia 27 do mês seguinte. As pessoas trabalhavam dois meses para receber o salário.
Garotinho instituiu um calendário e todos passaram a receber até o dia 10 de cada mês.
A Polícia Militar, com Garotinho, conquistou 57% de reajuste. O Governo atual se recusa a pagar 4%.
Os trabalhadores da Cedae viviam sob ameaça. Marcelo Alencar, na época Governador e Sérgio Cabral, então, Presidente da Alerj, queriam vender a Cia como venderam tudo no Estado: Barcas, Trens, Banerj, Cerj, tudo. Mas Garotinho comprou a briga e não permitiu a privatização da Cedae.
Além disso devolveu aos trabalhadores a garantia no emprego tomada por Marcelo e salvou a Companhia, retomando os investimentos de peso na área de saneamento após quase 30 anos de estagnação.

Qualquer semelhança é mera cópia.

Na área social Garotinho e Rosinha criaram um modelo à ser seguido. O cheque cidadão, por exemplo, que era chamado de populista, foi copiado pelo Governo Federal – ainda bem – e agora se chama bolsa família e é considerado um instrumento importantíssimo de apoio social as famílias mais carente do Brasil inteiro.
O mesmo ocorreu com a farmácia popular ( farmácia do Brasil ), com o projeto do leite e com praticamente todos os programas sociais criados pelo Governo Garotinho.

Força G

Em física existe uma coisa chamada Força G, muito badalada na Fórmula 1, que é a força exercida pela gravidade sobre um corpo em movimento. No Rio de janeiro a Força G é a Força Garotinho. A força que vai reconduzir o povo ao poder.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Histórias que o povo precisa conhecer...

Garotinho em Copacabana

Visitando uma tia, dia desses, no Bairro de Copacabana, Zona sul do Rio de Janeiro, Garotinho foi abordado no elevador por uma senhora:

Eu acho que conheço o senhor de algum lugar – Disse ela.
Pode ser da televisão, de jornais... Eu sou o Garotinho, ex Governador.
Ah...tá,,,, - reagiu a senhora com um certo desdém – Aqui na Zona sul eu sei que o Sr. nunca fez nada, mas minha empregada, que mora na Baixada, fala muito bem do Sr.
Nunca fiz nada por aqui? A Senhora conhece esse batalhão de polícia aqui da Figueredo Magalhães?
Conheço...
Fui eu que fiz. A senhora conhece a estação do metrô que tem aqui nessa rua?
Conheço sim.
Também fui eu que fiz...

A senhora já estava meio confusa...

A senhora conhece a estação do metrô da praça Cardeal Arcoverde?
Não vai me dizer que foi o Sr. que fez também? - Disse a dona com um certo ar de incredulidade.
Não. Respondeu garotinho. Essa quem fez foi a Governadora Rosinha, minha esposa.
Meu Deus... exclamou a senhora, como é que eu nunca soube de nada disso? Eu devo estar esclerosada. É impossível.
A Senhora lê o Jornal O Globo, né?
Claro. Sou assinante à muito tempo.
Então não precisa se preocupar. A senhora não está esclerosada, não. Só está sendo enganada.
Disse o Governador sorrindo antes de se despedir da senhora e seguir seu caminho.


O Vereador que não mente



Um Vereador de uma cidade do interior do Rio de Janeiro foi chamado ao Palácio Guanabara recentemente, junto com várias outras lideranças locais.
O Governador colocou todos os convidados em torno de uma mesa e ao invés de falar em obras ou investimentos para o interior foi logo perguntado:
Quem aqui vota comigo? Eu quero saber. O Sr. Deputado Fulano, vota comigo?
O sujeito se coçou, se enterrou na cadeira, fingiu que não tinha entendido, mas no final, meio constrangido, disse que sim...

E o Sr. Prefeito? - Perguntou o Governante a outra liderança interiorana – vota comigo?
O Alcaide falou de sua cidade, de tradições locais, contou histórias, cozinhou o galo, mas, em determinado momento, apertado pelo poder do Governador, acabou cedendo...
É Governo... eu voto... vamos ver o que vai ser possível fazer pelo Sr....

Um de cada vez, todos foram apertados e acabavam falando o que o Governador queria ouvir.
Até que o Governador apontou sua poderosa torquês para o tal Vereador.

E você, Vereador, perguntou o poderoso Governante... Vai votar comigo?

O Vereador respondeu na lata:

Eu voto com o Garotinho.

O Governador quase teve um troço.

Oh sujeito... Como é que você tem a cara de pau de dizer isso pra mim? E aqui dentro do palácio... na minha cara... Dizer que vai votar em Garotinho... Maldade isso.
Pois é Governador. Eu digo porque vou mesmo votar no Garotinho e não quero mentir para o Sr. como estão fazendo todos esses outros aí.

O poderoso indignou-se:

Pois então avise ao seu candidato que eu tenho 300 milhões pra fazer campanha no interior e vou acabar com ele. Vou destruí-lo. Vou dizima-lo. Pode avisar isso ao Garotinho – Disse o governante, bufando...

Governador – emendou o corajoso Edil – já que o Sr. tem essa dinheirama toda pra gastar, bem que podia fazer umas obrinhas para o povo lá na minha cidade, né?


Jovens pela paz

Em 2006, quando resolveu apoiá-lo, Garotinho chamou o atual Governador para uma reunião com os integrantes do Projeto Jovens pela paz.
Na época eram dez mil jovens contratados para fazer trabalhos sociais em comunidades carentes e a ideia era, ao mesmo tempo, afastar o jovem das péssimas influencias do tráfico e possibilita-lo um recurso mensal para o seu sustento e ajuda à família. Um programa belíssimo.
O próprio candidato Cabral reconheceu a importância do projeto e prometeu duplicar o número de jovens contratados pelo programa.
Pois bem. Um dos primeiros atos do Governador, depois de eleito, foi extinguir o programa e demitir todos os seus integrantes. E pior. Quando os jovens demitidos foram ao palácio cobrar a promessa de Cabral, ou pelo menos uma explicação para tamanha covardia, foram chamados de vagabundos e tratados como bandidos, sendo expulsos pela polícia à golpes de cassetete.
Em um só ato Cabral demonstrou falsidade, traição e covardia.
Foi assim também com o pessoal do transporte alternativo, com o pessoal da Cedae, com os policiais militares e civis, com o funcionalismo em geral...
Mas não tem nada não.

Garotinho vem aí.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Brizola e Garotinho

Leonel de Moura Brizola foi o maior líder popular brasileiro da segunda metade do século passado. Mesmo se considerarmos o histórico político nacional de todos os tempos, só Getúlio Vargas - até hoje, 55 anos depois de sua morte, considerado o maior Presidente brasileiro de todos os tempos - teve dimensão superior a de Brizola como líder político .
Nascido em Carazinho, RS, Brizola foi Governador de seu Estado e obteve a maior votação de todos os tempos para Deputado Federal, ainda na década de sessenta, com mais de 1 milhão e meio de votos. Cassado pela golpe militar de 64, voltou do exílio em 1979, perdeu na justiça a sigla do PTB e criou o PDT, partido pelo qual se elegeu Governador do Rio de Janeiro.
Para se ter uma ideia da força eleitoral de Brizola, no período entre 1982 e 2006, dos seis Governadores eleitos sucessivamente, apenas um, Moreira Franco, não teve passagem pelo PDT. Na Prefeitura do Rio de Janeiro, todos os Prefeitos entre 1982 e 2008 construíram suas carreiras políticas ao lado de Brizola.
Jamil Hadad, Saturnino Braga, Marcello Alencar, Cesar Maia, Luiz Paulo Conde, Garotinho e Rosinha, todos governantes municipais ou estaduais, estiveram sob a orientação de Brizola em momentos cruciais de suas carreiras. De todas as “ crias “ de Brizola, no entanto, apenas Garotinho seguiu os passos do líder histórico e é até hoje o que mais se assemelha ao velho caudilho.
Desafiando os preceitos da genética, a cada dia que passa, na medida em que amadurece, Garotinho vai ficando mais parecido com Brizola, seja no gestual, na forma de falar, no modo como tritura os adversários com palavras, na convicção política e até mesmo, e principalmente, nas perseguições sofridas pelas estruturas do poder, no carinho dedicado aos mais pobres e na capacidade de resistir à todas as agressões sofridas, ressurgindo sempre de suas próprias cinzas, como a Fênix.
Nos últimos 10 anos Garotinho foi certamente o líder político mais perseguido do País. Acusado de todas as irregularidades, falcatruas e mutretas possíveis, enfrentou todas as denúncias de peito aberto, abrindo inclusive seus sigilos bancário e telefônico, e provou sua inocência, obrigando a poderosa Rede Globo a pagar-lhe, judicialmente, várias indenizações por calúnia e difamação.
Como se não bastasse as agressões sofridas na mídia e desqualificadas na justiça, seus adversários usaram o braço politizado da Polícia Federal para invadir sua residência em Campos, desrespeitando sua família e invadindo até mesmo o quarto de seus filhos. A única coisa que conseguiram “confiscar” foi uma Bíblia e a ação truculenta apenas evidenciou o quão grave pode ser a politização de um importante instrumento de Estado como a Polícia Federal.
Agora, apenas dois anos e meio depois deixar o Governo - e alguns meses depois de Rosinha se eleger Prefeita de Campos e sua filha Clarissa ser a Vereadora mais votada do PMDB carioca - trabalhadores, líderes comunitários, estudantes, profissionais liberais, pequenos e médios empresários, comerciantes, intelectuais, enfim, pessoas de todos os níveis e classes sociais, líderes em suas atividades, tem procurado Garotinho para manifestar o desejo de vê-lo novamente Governando o Estado do Rio de Janeiro, pois nesse curto período Sérgio Cabral conseguiu aniquilar todos os avanços conquistados nos Governos Garotinho e Rosinha.
Com restaurantes e farmácias populares fechados ou atendendo mal e com todos os projetos sociais e econômicos extintos, o Desgoverno, a desesperança, a mentira e a covardia são as únicas coisas implantadas pelo atual Governador, que a população mais pobre já chama de Sérgio “DuMal”.
Comunidades carentes são chamadas de “Fábricas de marginais” e tratadas a bala pela polícia, chacinas viraram rotina, há perseguições à trabalhadores, ambulantes, pequenos comerciantes, funcionários públicos e até mesmo aos artistas populares que trabalham nas ruas do Rio de Janeiro.
Vivemos sob a égide de um governo verdadeiramente fascistas.
O mesmo governo que distribui milhões de reais para os ricos, acua, agride, ameça e assassina pobres todos os dias. E ainda quer erguer muros em torno das favelas, criando guetos, como aqueles que foram usados para confinar judeus na Alemanha nazista.
Por tudo isso - pelo que foram os Governo Garotinho e Rosinha, e pela tragédia que é o desgoverno Cabral - é que o povo grita nas ruas: Volta Garotinho.
O Ex Governador é para o povo do Rio a esperança e o único líder político confiável em meio a uma infinidade de vendilhões da pátria e do povo brasileiro. Poucos políticos tem esse privilégio: ser o homem de confiança da população.
Brizola, do infinito, provavelmente tomando um chimarrão com Getúlio Vargas, deve estar orgulhoso pela atuação de seu mais legítimo herdeiro.

Publicado originalmente no Blog Cultura, papos e outras coisas... de Vicente Portella (http://vicenteportella.blogspot.com)